O Presidente Chissano é um dos principais culpados pelo estado atual de Moçambique, pois foi o precursor da corrupção no país através do que chamou de “cabritismo”, daí a expressão “cabrito come onde está amarrado”.
Implementou a corrupção no Estado, implementando o sistema de “5%”, ou seja, todo o empresário que quisesse investir em Moçambique tinha que dar 5% a um membro da Frelimo.
Foi Chissano quem permitiu a retirada de dinheiro do Banco Popular de Desenvolvimento (BPD), cuja finalidade era facilitar o acesso ao crédito e, consequentemente, estimular o desenvolvimento, sobretudo nas zonas mais desfavorecidas.
Devido às ações do Presidente Chissano, cerca de 1000 pessoas da Frelimo não pagaram os seus empréstimos, levando à falência do banco.
Foi Chissano quem assinou os acordos com Dhlakama e nunca os cumpriu; aliás, gabou-se mesmo de ter enganado Dhlakama numa entrevista.
Além disso, afirmou que, quando a Vale chegou a Moçambique, o Presidente Chissano criou uma conta em Nova Iorque e recebeu 120 milhões de dólares que nunca entraram no Banco de Moçambique nem em nenhuma conta do Estado, encontrando-se numa conta secreta que ele próprio abriu nos EUA.
Sobre os assassinatos e violação dos direitos humanos:
Afirmou que foram apresentadas ações ao Tribunal Penal Internacional (TPI) com os nomes de todos os responsáveis.
O Tribunal Penal Internacional ja conheceu a matéria, isto é, admitiu que a matéria tem mérito e pode ser analisada.
Assim, virão peritos do Tribunal Penal Internacional a Moçambique para analisar os crimes contra a humanidade e os crimes de guerra.
Os Parlamentos Europeus e o Senado norte-americano também já receberam a petição e estão a par do assunto.
Concluiu dizendo que (eles) vão pagar por estes crimes.

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